Gears of War 2 consegue superar as
barreiras de seu predecessor.
barreiras de seu predecessor.
Inevitavelmente, o título se consolidou como um clássico. Em 2007, usuários de PC também receberam Marcus Fenix e sua tropa em uma versão revigorada de Gears of War, com novos níveis e alguns aprimoramentos técnicos. A jogabilidade sólida da versão para Xbox 360 foi mantida, e, novamente, o sucesso foi garantido. Contudo, mesmo com um multiplayer duradouro, o modo campanha de Gears em geral deixou muitos com um gostinho de quero mais.
Felizmente, Cliff Bleszinski revelou, com muito estilo, a aguardada seqüência do título. Gears of War 2 finalmente deixava de habitar somente os sonhos dos jogadores e começava a se tornar realidade. A promessa inicial era que o jogo seria maior, melhor e mais agressivo. Será que isso é realmente possível?
Se você gostou do primeiro Gears, ficará boquiaberto com as novidades do segundo jogo da franquia. Tudo o que faltava no primeiro jogo foi adicionado em seu herdeiro. Além disso, mesmo com muitas outras novidades, o título garante uma experiência familiar, mas com devidas inovações. Novamente, a diversão é onipresente — assim como sangue, entranhas e muitos tiros. Que comece o sanguinário show.
O conflito finalmente se tornou uma dramática guerra
A campanha de 10 horas reforça as afirmações de Cliff, já que o primeiro jogo tinha cerca de 6 horas de duração. Mas a promessa de um jogo melhor também é cumprida com Gears of War 2. A história recebeu mais ênfase e é possível adquirir diversas notas relacionadas com a trama durante o jogo. A ação é, com toda certeza, ainda mais agressiva. As novas finalizações deixarão os jogadores ensangüentados, enquanto o robusto multiplayer — com quatro novos modos, 10 novos mapas e suporte para até 10 jogadores — garante a longevidade de Gears 2.
Muitos jogadores simplesmente desejarão acabar com a raça Locust assim que colocarem as mãos no título. Mas, para os menos agitados, Gears of War 2 também conta com um belo plano de fundo por trás de toda a guerra. A história do segundo título envolve acontecimentos de seis meses após o fim do primeiro game. Os Locust encontram-se ainda mais poderosos e agora podem submergir cidades inteiras e não apenas pequenos orifícios como acontecia no primeiro Gears.
Os humanos estão à beira da extinção e o desespero toma conta de todo o planeta Sera. Além disso, uma terrível doença causada pela evaporação do Imulsion, líquido dos terrenos habitados por Locusts, está afetando os pulmões de muitos seres humanos, diminuindo ainda mais a esperança de uma vida próspera. Até mesmo Jacinto, uma das cidades mais importantes e aparentemente livre de ataques, sofre com as conseqüências. A única esperança está em suas mãos. Você encarna Marcus Fenix e seu companheiro Dominic Santiago, protagonistas do primeiro jogo, e embarca então em uma luta final contra os Locust.
Mesmo retratando uma intensa guerra pela sobrevivência, Gears of War 2 ainda reserva uma parcela de sua história para demonstrar boa parte do drama vivido pelos personagens. Temas como família, morte e até mesmo amor entram no roteiro do jogo, ampliando a sensação cinematográfica da franquia. É interessante presenciar um pouco do universo íntimo dos personagens, longe de toda a matança, e isso definitivamente torna o título ainda mais atraente — mesmo que a trama apresenta mais perguntas do que respostas. O jogo também introduz dois novos personagens à trama: Dizzy, um ex-Stranded, e Tai, um misterioso soldado coberto por tatuagens. Além disso, vários novos e aterrorizantes Locusts estréiam no jogo.
Isso é o que eu chamo de cobertura
Logo no início, você notará algumas diferenças em relação ao antecessor. Em termos de jogabilidade, Gears 2 é fundamentalmente igual ao original, mas muitos fãs notarão algumas mudanças alucinantes. O sistema de cobertura foi devidamente afiado para que os jogadores se escorem com mais precisão nos objetos, e as armas receberam várias alterações sutis, tornando-as ainda mais violentas.
Sem dúvidas, esta é uma excelente adição ao título, algo que muitos desejariam. Afinal, já que no primeiro Gears os personagens, na maioria das ocasiões, não morriam, por que tinham de ficar parados enquanto agonizavam? A possibilidade de se movimentar é muito bem-vinda, e, provavelmente, deve ser aceita por todos os jogadores, fãs ou novatos.
Locusts que se cuidem
Mas as novidades não param por aí. Um arsenal repleto de belezinhas pode ser encontrado em Gears 2. Além da popular Lancer e de todas as outras armas encontradas no primeiro título, agora você pode usufruir de uma série de novos rifles, pistolas e muito mais.
Entre elas está o incrível lança chamas (Scorcher Flamethrower), que não possui grande alcance, mas é relativamente eficiente contra grupos de inimigos e criaturas de ataque corpo-a-corpo. O resultado final é um belo churrasco de alienígenas, com direito a gritos e um cheirinho agradável. Ao contrário do que você provavelmente está imaginando, o lança chamas não é uma arma extremamente poderosa. Ela compete frente a frente com as demais, e não fornece nenhuma vantagem absurda para quem a portar este brinquedinho — além de uma refeição, é claro.
Armas mais pesadas, literalmente, também estão disponíveis no universo de Gears 2. Com elas você não será capaz de correr, mas isso não será necessário devido ao grande poder de fogo destas belezinhas. Nesta categoria temos a Mulcher, uma arma de alto calibre capaz de despedaçar seus oponentes, até mesmo dos maiores, e o Mortar, que literalmente faz chover morteiros em seus oponentes. Ambas são incrivelmente atraentes, e podem causar grandes estragos não só nos inimigos, mas também no ambiente. Lembra quando Cliff Bleszinski disse que Gears 2 seria mais agressivo? Pois é.
Pequenas e mortais
Fora os gigantescos rifles, Gears of War 2 também conta com uma nova pistola, mas muito diferente das que já conhecíamos. Trata-se da Gorgon Pistol, uma arma capaz de disparar vários projéteis em rajada. Sem dúvidas, é uma das armas mais poderosas do jogo, capaz de destruir inimigos rapidamente. Mas, seu longo tempo de recarregamento é um dos únicos contras desta pistola, o que obriga o jogador a manter o velho esquema de Gears: esconder-se e atirar.
Caso deseje algo mais explosivo, o novo título também conta com uma granada nada convencional. A Ink Grenade — que na verdade é um Nemecyst bebê — é um explosivo exclusivo dos Locusts. Mas, quando mortos, provavelmente as criaturas não vão ligar se você adquirir uma de suas bombas. O interessante desta granada é que após explodir ela emite uma nuvem de gás nocivo, que é capaz de atordoar momentaneamente qualquer um em sua área.
A boa e velha moto-serra
O arsenal que já existia em Gears of War ficou ainda melhor. Até mesmo o som dos disparos foi revisado, e outros detalhes, como o cano da arma esquentando, complementam o ambiente de Gears 2. Mas nem todas as novidades são cosméticas. A maioria das armas já conhecidas pelos jogadores sofreu alterações significativas em sua jogabilidade, apresentando um novo poder de fogo e outras novidades que devem tornar a guerra ainda mais brutal.
Um dos exemplos mais significantes é a Hammerburst. A conhecida Lancer dos Locusts era odiada por muitos na primeira versão, por não ser tão eficiente quanto sua rival e ainda ausente de uma função automática (metralhadora). Mas, acalmem-se. A equipe da EPIC resolveu retocar o rifle dos lagartões, e o resultado é fenomenal. Agora, a Hammerburst se tornou uma concorrente forte para o rifle de moto-serra dos COGs.
Seu poder de fogo e até o ruído dos disparos são assustadores. A arma é tão potente que você provavelmente vai achar que não está jogando com a mesma, e sem graça, Hammerburst do primeiro jogo. Conseqüentemente, os Locusts se tornaram mais perigosos, mas nada que alguns tiros não resolvam. Desta vez, você certamente ficará em dúvidas sobre qual dos rifles irá carregar consigo, já que a arma do exército inimigo conta ainda com um pequeno zoom que amplia significativamente a precisão — algo inexistente em sua versão original. E mais, o jogador pode atirar mais rapidamente dependendo da velocidade em que pressiona o gatilho, mas isso pode ocasionar um coice maior, exigindo muita prática até o domínio desta maravilha reformulada.
A padronizada Snub Pistol e o revolver Boltok, ambas populares no primeiro jogo da série, contam apenas com pequenas mudanças, nada tão surpreendente quanto a Hammerburst. Já a Gnasher Shotgun, espingarda de Gears, conta com um poder de fogo maior. Além disso, a dispersão de seus projéteis foi diminuída, tornando os disparos mais concentrados. A poderosa Hammer of Dawn ainda conta com seus princípios básicos, necessitando de um local aberto para ser utilizada e de um satélite na ativa. Contudo, agora existe um limite nos disparos, tornando-a mais equilibrada em relação às demais e poupando também boa parte do ambiente.
O que é isso aí na parede?
Mas, nada será preservado graças as granadas de Gears 2. A popular Frag Grenade (granada de fragmentação) ainda pode ser encontrada nos cantos do jogo. Contudo, vários aprimoramentos tornaram-nas ainda mais perigosas que em sua versão original — e também muito mais interessantes. Além do modo convencional, você também pode utilizá-las como uma espécie de mina de aproximação. Para isso, basta pressionar o botão B para grudá-las na parede e aguardar até que um distraído passar por perto. Excelente adição, e na medida certa.
Com o uso freqüente de granadas, o jogador irá presenciar muitos desmembramentos e mortes ensangüentadas. Mas, a brutalidade não se resume a isso, afinal, a promessa é que Gears 2 seria mais agressivo de que predecessor. E isso certamente fica explícito através de uma série de novas finalizações. Muitas já são conhecidas pelos jogadores, pois vários vídeos divulgaram diversos métodos de aniquilação do segundo Gears of War.
Finalizando com muito estilo — e sangue
Basicamente, o jogador conta com quatro opções para finalizar seu oponente quando este estiver caído. A clássica “curb-stomping” ainda é mapeada no botão X, e seu resultado é tão avassalador quanto antes. Fora isso, outra finalização de corpo-a-corpo é acionada com o botão Y e resulta na aplicação de violentos socos diretamente na face dos inimigos. Vai um nariz novo aí?
O destaque fica para as finalizações rápidas do botão B, que podem resultar em uma simples, mas forte, coronhada ou em um inimigo fatiado graças a serra elétrica da Lancer. Uma novidade é que agora o jogo apresenta finalizações diferentes quando o jogador pega seu oponente de costas, algo que não ocorria no primeiro Gears. Caso isso aconteça, o inimigo não irá se virar subitamente para que você possa serrá-lo de frente. Em vez disso, seu personagem introduz carinhosamente a serra nas costas do inimigo e mostra sua mais nova receita de picadinho de carne.
Agüente firme, ainda temos mais. Os populares duelos de moto-serra, uma das características mais salientes nos anúncios de Gears 2, são um verdadeiro caos. Não, a jogabilidade não é confusa e muito menos repleta de “bugs”. A referência ao caos deve-se ao modo de como os jogadores têm de fazer para se sobressaírem como vitoriosos. Quando ambos pressionarem o botão B simultaneamente, tudo que os combatentes tem a fazer é insistir freneticamente no mesmo comando para duelar até a morte. Quem for mais rápido, vence.
Abraçando seu inimigo
Mas, nem todo inimigo merece ser finalizado desta forma brutal, afinal existem Locusts bons, certo? Errado. Contudo, se você deseja poupar seus pobres inimigos, pelo menos por algum tempo, você pode optar pelo botão A ao invés de finalizá-los impiedosamente. Com este comando, seu personagem agarra o inimigo e o utiliza como um simples escudo de carne. Ao realizar esta ação, o jogador pode utilizar somente as pistolas e permanece assim até que não sobre mais nada de seu escudo. Caso deseje se livrar de seu oponente enquanto ele estiver “inteiro”, basta despedir-se quebrando o pescoço do inimigo e continuar a jogar normalmente.
A beleza da guerra
Mas as mudanças não estão presentes somente no arsenal, o visual também conta com muitas novidades que deixarão o jogador de queixo caído. Em Gears of War, os gráficos eram incríveis, mas deve-se admitir que a quantidade de cores e ambientes era extremamente limitada. O segundo jogo da série conta com uma apresentação diferente de seu predecessor, repleta de novos ambientes — alguns totalmente inacreditáveis —, novas partes envolvendo veículos e com uma paleta muito mais rica.
Você verá luzes fluorescentes, montanhas cobertas de neve e inimigos capazes de engolir cidades inteiras e, conseqüentemente, servir como plano de fundo. Além disso, os ambientes, que anteriormente não eram gigantescos, agora proporcionam paisagens incríveis, em que se podem visualizar quilômetros de distância. Caso esteja descontente, você ainda pode simplesmente destruir boa parte dos locais.
Graças a uma nova gama de filtros, Gears of War 2 é ainda mais bonito que o primeiro jogo. Mesmo com alguns pequenos serrilhados aqui, e um breve carregamento de texturas ali, o jogo apresenta personagens muito bem polidos e detalhes que tornam o game ainda mais atraente. Destaque para boa parte das texturas, que contam com uma resolução maior que seu antecessor.
Até mesmo o rastro deixado pelas balas foi aprimorado, o que prova que a Epic realmente cumpre suas promessas. Sem dúvidas o jogo está mais bonito, e a taxa de quadros por segundo praticamente estável contribui para uma experiência bela e sem interferências técnicas.
As animações do jogo também foram significativamente aprimoradas. Você ficará embasbacado ao notar inimigos tentando se proteger de seus disparos, utilizando os próprios braços, e uma série de demais novidades. Ao atirar nos Locusts, por exemplo, é possível perceber claramente a reação das criaturas, que se curvam, inclinam, e fazem de tudo para desviar dos disparos. Existem alguns defeitos, principalmente quando jogando no modo multiplayer, mas nada capaz de denegrir a diversão de Gears 2.
Cérebros evoluídos
Mas não pense que os Locusts se tornaram menos inteligentes. A inteligência artificial é outro atributo que foi significativamente aprimorado. Os inimigos realizam estratégias em grupos, alertando uns aos outros quando em perigo, e abusam do sistema de coberturas. Além disso, é normal notar seus oponentes rolando para os lados e fugindo de suas granadas. As criaturas também demonstram solidariedade e constantemente ajudam seus companheiros nocauteados. Mas, seus companheiros também passaram um bom tempo jogando Brain Training.
Falando em inteligência artificial, Gears of War 2 conta com um interessante recurso que é desejado por muitos jogadores. A adição de bots (personagens controlados pelo computador) está disponível em várias modalidades do modo multiplayer. Conforme na campanha, seus companheiros também se demonstram sábios e experientes. Mas isso não será motivo para abandonar seus amigos humanos e esquecer-se da Live.
Diversão em massa
Certamente, o jogo conta com um grande multiplayer. Fora a novidade dos bots, Gears 2 possui diversos novos modos para jogar com a galera e a adição de um incrível e massivo sistema de jogo, o Horde. Esta opção simplesmente fará com que o título da Epic seja jogado por pelo menos mais alguns anos.
O Horde funciona da seguinte maneira: até cinco jogadores encarnam soldados COGs e o objetivo é eliminar os inimigos que atacam em ondas, que gradualmente se tornam mais difíceis. O conceito é simples e a diversão é garantida. É como se misturássemos o modo campanha com o multiplayer do jogo, já que Horde também pode ser contemplado por um só jogador.
Horde é, ao mesmo tempo, tenso e divertido e, mesmo com sua dificuldade acentuada, é uma ótima opção para jogar com seus amigos, seja com a tela divida ou online. É importante destacar que Gears 2 também valorizou aqueles que não contam com conexão à internet. O jogo disponibiliza cinco missões com suporte de bots para cada modo multiplayer, com exceção do Horde, algo que é realmente interessante e ensina sem a necessidade de um jogador experiente.
Modos para qualquer tipo de sangue
Os modos conhecidos do multiplayer de Gears of War também retornam de maneira triunfal. Até mesmo o Coop para dois jogadores está de volta, e com algumas adições interessantes. Em Gears of War 2 você e seu amigo podem optar por um nível de dificuldade diferente de maneira independente, algo muito útil quando o jogo é jogador por um soldado experiente e outro novato. Infelizmente, não é possível jogar com até 4 jogadores, nem mesmo online.
A competitividade continua intensa e também teve seus modos aprimorados. Você jogar com mais participantes — até 10 —, aproveitar novos mapas e modalidades. Warzone, Execution, Assassination e Annex estão de volta, assim como King of the Hill, que foi introduzida ao jogo na versão para PC. Fora essas, existem três novas opções padrões para multiplayer chamadas Submission, Guardian e Wingman.
Basicamente, Submission é uma variação de Capture the Flag, mas muito mais interessante. Em vez de utilizar uma bandeira como item a ser carregado pelo mapa, você terá de capturar um cidadão comum (Stranded) e levá-lo até o local indicado. Para isso, é necessário utilizar a técnica de escudo de carne e cuidar para que seus oponentes não acabem com você e com sua bandeira. O refém também carrega uma arma, e não torna as coisas mais fáceis, atirando e evitando que qualquer um chegue perto. É tão divertido quanto parece, uma grande evolução — cheia de sangue — do tradicional CTF.
Existe também o modo Guardian, no qual dois times contam com respectivos líderes, e o objetivo é mantê-los vivos para que os soldados da equipe continuem a reaparecer. Em Wingman, os jogadores são divididos em duplas, com ênfase no trabalho em equipe e na restauração dos inimigos, mas se desenvolve como um popular deathmatch. Provavelmente você já deve ter visto várias modalidades similares em outros jogos, mas elas se encaixam perfeitamente em Gears 2 e adicionam ainda mais variedade e longevidade para o modo online.
As conseqüências negativas
A absurda vantagem do anfitrião em relação aos demais jogadores no modo multiplayer era algo que incomodava a muitos no primeiro Gears of War. Felizmente, isso foi revisado e agora todos os soldados encontram-se no mesmo patamar, pelo menos tecnicamente. Mas, um fator pode incomodar, e muito, quem já estava acostumado com o multiplayer de do primeiro jogo.
A equipe inseriu cerca de 10 novos mapas para multiplayer e ainda um código para o download de cinco níveis revigorados da versão original. É interessante destacar que os novos mapas são inspirados em localizações da campanha, e ainda fornecem um recurso inédito: a interação do ambiente. Para ilustrar exemplos, temos níveis regados por uma perigosa chuva afiada que prejudica os jogadores, e também um mapa em que ocorre uma súbita avalanche.
Maior, melhor e mais agressivo
Gears of War 2 é um jogo espetacular. A seqüência consegue manter tudo o que havia de bom no primeiro jogo e ainda presenteia os jogadores com uma grande quantia de novidades. Seu visual aprimorado torna a experiência ainda mais agradável, sem contar, é claro, com a abundante violência que fará o jogador ficar ensangüentado. Novas armas, finalizações e personagens são apenas alguns dos aspectos que garantem a diversão do jogo.
Tudo embalado por harmonias incríveis a cargo de Steve Jablonsky, grande músico responsável também por trilhas de filmes como Transformers. Além disso, o som de Gears 2 é impecável. O ruído das criaturas inimigas e o som dos tiros acima de sua cabeça com certeza deixará você impressionado. Talvez um pouquinho mais de polimento nos diálogos, que às vezes apresentam-se fora de sincronia.
Quem gostou do primeiro Gears of War notará que a seqüência tem muito em comum. Mas, quem foi mais afundo e se internou com o título de ação da Epic, certamente perceberá que Gears of War 2 está muito melhor, com diversos aprimoramentos que só faziam parte dos sonhos dos jogadores. Resumindo, Gears 2 é maior, melhor e muito mais agressivo. Diversão esmagadora.
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