Ninja Blade

Preview - Ninja Blade: Não é Ninja Gaiden, mas estará no Xbox 360

Quando estamos falando em Microsoft, ninjas, e sangue, inveitavelmente nossa mente voa até os terrenos trilhados por Ryu Hayabusa na franquia Ninja Gaiden. Não é exatamente uma parte do mercado que possui grandes variedades, principalmente focando no Xbox 360.


A From Software sabia disso quando começou, a três anos atrás, o desenvolvimento de Ninja Blade, um jogo exclusivo do Xbox 360 que será lançado, segundo previsões, em 15 de março de 2009. Cortando em uma forma mais resumida, o jogo parece uma mistura de Devil May Cry, Ninja Gaiden e...Homem-Aranha.

Ninja Blade se passa em uma Tóquio levemente futurista. Nela, uma enorme quantidade de batalhas aguardo o protagonista do jogo, Ken, que em imagens e trailers de divulgação aparece correndo pelas laterais de prédios muito altos e cortando cabeças durante tal trajeto.

Um recurso interessante que NB oferece é a troca de armas em tempo real, algo que nem mesmo Ninja Gaiden II fazia - mas aqui a coisa rola um pouco mais fácil, tendo em vista que são apenas três armas para o ninja: uma katana (a espada ninja comum, rápida e bem balanceada), Souken (duas espadas, uma para cada mão, mas em um formato que lembra a Valentine usada por Ivy em Soul Calibur IV) e Taiken (uma espada de duas mãos gigantesca, boa para quebrar coisas). E você vai precisar, pois essa Tóquio está infestada de monstros chamados "Carriers", que nada mais são do que humanos ou animais infectados por estranhos parasitas.

O jogo é baseado em missões, mais ou menos como Ninja Gaiden, e permite upgrades para as armas, que têm dois tipos de ataques: o normal, para combos rápidos, e o especial, para muita destruição em pouco tempo. A "moeda" de troca para os upgrades é o sangue dos inimigos mortos pelas armas de Ken. Também estão presentes os chamados Quick Time Events, movimentos que utilizam um botão a ser pressionado na hora certa para gerar uma ação especial. Além das habilidades com armas, o guerreiro ainda conta com uma corrida bem rápida e a chamada "Ninja Vision", que nada mais é do que o Bullet Time, o recurso que desacelera tudo e todos menos você, dando-lhe uma vantagem em velocidade.

Assim como dito anteriormente, Ninja Blade é um jogo exclusivo para Xbox 360, e está previsto para março do ano que vem.


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Resident Evil 5

News - Confirmado, o ator Ken Lally será Wesker em Resident Evil 5




Capcom confirma o ator Ken Lally no papel de Wesker em Resident Evil 5

A Capcom confirmou através de um release oficial que o ator Ken Lally será responsável pela parte de captura de movimentos de Albert Wesker em Resident Evil 5, um dos mais populares vilões da franquia. Lally já trabalhou em algumas séries de TV como Heroes, além de fazer algumas pontas em alguns filmes, porém já possui experiência na área de jogos. E para deixar os fãs com água na boca, a empresa afirmou que Wesker voltará em grande estilo, revelando um GIGANTE segredo. Alguém tem idéia do que possa ser?

Resident Evil 5 promete seguir as mudanças introduzidas pelo seu antecessor direto, que ficou com muito mais ação. O game introduz novidades, como um modo cooperativo online. Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia - Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong são algumas dessas heroínas -, o game apresenta uma nova personagem: Sheva Alomar, agente da mesma organização à qual pertence Chris, a BSAA. De ascendência africana, ela é bela e perigosa, com inteligência apurada e vasto treinamento em armas de fogo, além de ser exímia lutadora. A agente aparece usando ao menos três armas diferentes, entre pistola, espingarda do tipo "shotgun" e rifle de precisão.

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Um pouco sobre Albert Wesker

Albert Wesker é um personagem da série Resident Evil, e um membro dos STARS. Em "Resident Evil", foi junto com o Alpha Team (comandado por ele mesmo) para as montanhas ARKLAY. Mas ao desenrolar da história os membros do Alpha Team descobrem que ele na verdade é um traidor, e que trabalhava junto com William Birkin no projeto do T-virus.

Albert Wesker é considerado por alguns um dos mais adorados vilões da série, outra informação curiosa é que ele sofreu duas tentativas de assassinato as quais foram mal sucedidas, antes ultilizava óculos por pura questao de beleza e agora para esconder seus olhos, os quais tem a íris na cor laranja com vermelho, e agora ele age escondido manipulando as ruinas da extinta Umbrela Corp.

Tipo: Vilão Protagonista

O lançamento de Resident Evil 5 está marcado para o dia 13 de março no Xbox 360 e PlayStation 3.


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Novidades e Datas Confirmadas!

News - Pegue o calendário e fique de olho nas novidades dos videogames


Grand Theft Auto IV: Lost & Damned


Agora está confirmado, o tão esperado pacote de missões extras de Grand Theft Auto IV só deve invadir o Xbox 360 somente em fevereiro do ano que vem.

Além de revelarem a data de lançamento do pacote, agendado para o dia 17 de fevereiro, o pessoal da Rockstar também divulgou o nome oficial da “expansão” e trouxe uma grande surpresa para os fãs do jogo, Niko Bellic não será a estrela do pacote.

Isso mesmo, Lost & Damned (algo como Os Perdidos e Amaldiçoados) — nome oficial do download — será estralado por Johnny Klebitz, um membro da gangue de motociclistas, The Lost.


Banjo-Kazooie


A Microsoft revelou que o retorno de Banjo-Kazooie, desta vez na Xbox LIVE Arcade foi oficialmente adiado para dezembro. O jogo que estava agendado para o final de novembro foi correu o risco ficar somente para 2009, mas segundo a Microsoft o título está garantido para o dia 3 de dezembro deste ano.

O atraso pode até desagradar aos fãs — em especial aos jogadores que compram o nove Banjo-Kazooie: Nuts and Bolts e receberam um código para o download antecipado da versão LIVE Arcade do Banjo-Kazzoie — mas parece o atraso vai ser recompensado com a chegada de Banjo-Tooie (segundo jogo da franquia) no início de 2009.

Banjo-Kazooie vai custar 1200 MS Points.


Wheelman


A Midway confirmou a data de lançamento do novo jogo inspirado no filme do “brutamonte” hollywoodiano Vin Diesel.

Wheelman, que sofreu consecutivos atrasos durante o seu desenvolvimento finalmente vai ser lançado. Dia 20 de fevereiro deve marcar o início da destruição de Barcelona (cenário do filme e do jogo).


Super Street Fighter II Turbo HD Remix


Já não era sem tempo, mas parece que a Capcom finalmente agendou a estréia de Super Street Fighter II Turbo HD Remix.

O jogo que passou por uma revitalização total será lançado na PlayStation Network no dia 25 de novembro e na Xbox LIVE Arcade no dia 26 do mesmo mês. Além disso, o lançamento do jogo marca o início da Season of Street Fighter (Temporada de Street Fighter), que promete trazer uma grande variedade de conteúdo relacionada a tradicional franquia de jogos de luta.

Entre as promoções ligadas a Season of Street Fighter, está um pacote de conteúdo extra para o recente Super Street Fighter Pinball FX, um pacote de cartas temáticas especias para o jogo UNO (título mais vendido na Xbox LIVE Arcade) e muito mais.


GTi Club Plus


A PSN deve receber uma atualização do popular jogo de corrida GTi Club, da Konami. A atualização que chega dia 4 de dezembro trará 335MB de conteúdo para download e vai custar 14,99 Euro — cerca de R$ 46,06.

O pacote deve trazer gráficos de 720p rodado a sessenta quadros por segundo com som surround 5.1. GTi Club Plus recria de forma dinâmica os belos cenários da França em um mapa que é desbloqueado gradualmente.

O jogo também, traz cinco veículos licenciados: Austin Mini Cooper, Renault 5, Fiat A112 Abarth, Lancia Delta e o Volkswagen Golf GTi. O título também deve fazer uso da PlayStation Eye, permitindo assim que os jogadores enviem imagens para os seus rivais em plena corrida.


Killzone 2


Não é nada oficial, mas qualquer novidade de Killzone 2 já alegra a todos os fãs da série que aguardam ansiosamente pela nova edição da franquia. Segundo rumores que pipocam pela internet Killzone 2 já tem data de lançamento e é mais cedo do que muitos imaginam.

Mesmo sem qualquer pronunciamento oficial da Sony, tudo indica que o dia 17 de fevereiro deve marcar o início da matança desenfreada de Killzone 2. O jogo que sofreu consecutivos atrasos já está na sua fase beta e tem tudo para ser um dos grandes títulos do próximo ano.


Fight Night Round 4


Pugilistas de plantão podem celebrar, a melhor franquia de jogos de boxe já tem uma nova disputa pelo cinturão de ouro.

No dia 14 de dezembro, a Electronic Arts soa o gongo e revela para o mundo Fight Night Round 4 — próximo volume do simulador da nobre arte. Trazendo uma versão melhorada do motor gráfico da edição anterior, o jogo incluirá lendas do ringue de várias eras, incluindo o ex-campeão do mundo Mike Tyson.


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RacePro


Com engine própria, RacePro garante que fará jus ao nome num jogo para os grandes fãs de velocidade.
Os criadores de GTR, GTR 2 e de Race 07 estão desenvolvendo um novo simulador de corridas, desta vez exclusivo para o console de mesa da Microsoft, o Xbox 360. RacePro deverá agradar os fãs de corrida no estilo simulador.

Desde Mini Coopers até os Formula 3000, a variedade impressiona em RacePro.O título é o primeiro jogo que a SimBin lança para o Xbox 360, e segundo o diretor de criação da companhia, Diego Sartori, o principal problema no desenvolvimento do jogo tem sido os cavalos de grande potência.

O motivo é a dificuldade em se controlar os veículos ao atingirem velocidades muito altas. Levando em consideração que o jogo é um simulador, e alta velocidade não combina com curvas neste gênero. Portanto, o “handling” (dirigibilidade) do veículo deve ser equilibrado.

Sartori diz que o objetivo da companhia é oferecer um jogo no qual os veículos possuam muitos cavalos de potência (horsepower, ou HP), mas que mantenha uma dirigibilidade intuitiva, e este tem sido o maior desafio da equipe de desenvolvimento.

Um lagarto na pista

A proposta de RacePro, sendo a primeira da companhia para o Xbox 360, exigiu uma engine nova em folha, que recebeu o apelido de lizard (lagarto, em inglês). As principais características da engine focam em realismo, como já era de se esperar da SimBin pelos seus títulos para PC.

Um aspecto que deverá chamar a atenção dos fãs, segundo os representantes da companhia, é a irregularidade da pista, que foi severamente aumentada nesta nova engine. Agora as pistas estão muito mais reais, com mudanças desafiadoras em seu traçado.

A volta de apresentação já começou: em cerca de dois meses, RacePro chega ao Xbox 360.

Um detalhe simples como este muda completamente a maneira de se jogar um simulador de corridas. É preciso dar muita atenção a tais deformações no traçado dos circuitos de RacePro, pois isto pode comprometer completamente o equilíbrio do veículo.

Um exemplo usado por Diego Sartori é a pista de Brno, na República Checa. Conhecida por ser extremamente desafiadora, a pista oferece grande dificuldade em algumas de suas curvas, onde o equilíbrio do veículo é terrivelmente abalado pelas ondulações do asfalto.


Curitiba no menu


RacePro trará diversas pistas, e embora a SimBin ainda não tenha revelado todos os circuitos do jogo, uma informação bastante agradável para os paranaenses de plantão foi revelada.

A capital do estado, Curitiba, terá seu autódromo apresentado no jogo, assim como o já confirmado circuito de Monza, uma das pistas de velocidade mais conhecidas do mundo, localizada na cidade homônima, na Itália.

Os gráficos podem não possuir a perfeição de Gran Turismo 5, mas a jogabilidade é que é o forte em RacePro.Além disso, o jogo contará com uma coletânea considerável de veículos diferentes, variando desde Mini Coopers até os carros da fórmula 3000, com uma grande variedade de veículos na classe GT (Gran Turismo).


O título terá suporte para até 12 jogadores online, mas se você não é chegado em partidas multiplayer via Internet, poderá utilizar o modo Hot Seat do jogo, onde o jogador pode competir com um amigo offline, além de poder correr cooperativamente.

No modo cooperativo, além de escolher todas as opções características de uma partida solo, como número de voltas e de adversários, bem como seu nível de dificuldade, o jogador decide ainda quanto tempo cada corredor pilotará o carro, visto que cada um deles alterna no volante num período de tempo pré-determinado (trinta, sessenta ou noventa segundos).

Dentro de pouco mais de dois meses, RacePro verá a luz do dia, e os aficionados por corrida hardcore terão mais um jogo no qual gastar horas e horas de suas vidas. O título chega exclusivamente para Xbox 360 em 27 de janeiro de 2009.


Fonte: baixakijogos.com.br

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News - Usuários com HDMI da NXE tem problemas com áudio

Diversos usuários estão reclamando nos fóruns como o AV-Forums que estão enfrentando problemas de perda de áudio. Isso ocorre com aqueles que usam o cabo HDMI. Uma solução temporária é desligar o console, retirar o HD, ligar e, enqüanto a NXE carrega, colocar o HD de novo. No entanto, se você desligar o console, terá que fazer o mesmo quando ligar novamente.

Apesar de alguns problemas como esse, a Microsoft declarou que o sucesso. Por isso, ainda não se manifestou sobre correções sobre esse e outros problemas.


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Afro Samurai

News - Um guerreiro dos mais estilosos no game Samurai Afro

Baseado em um mangá do mesmo nome, o game trará a impagável voz do ator Samuel L. Jackson, além da trilha sonora do grupo Wu-Tang Clan. Além disso, a parte gráfica fica por conta de um estúdio chamado Gonzo, muito popular principalmente no Japão.

Confira abaixo o primeiro trailer de Afro Samurai e prepare-se para encarar ação contínua e muito sangue! O jogo está sendo desenvolvido para o Xbox 360 e o Playstation 3 e seu lançamento está programado para o começo de 2009.



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The Last Remnant

News - Primeiros reviews sobre The Last Remnant são desanimadores

Apesar de atingir 38/40 pela Famitsu, The Last Remnant, o primeiro game de RPG projetado sobre a Unreal Engine 3.5, não conseguiu quebrar a barreira do 7 /10, em sites de games norte-americanos.



Tentaremos perguntar a Square sobre estes últimos reviews surpreendentemente
ruins! Por enquanto, sites ingleses, não postaram (até agora) nenhum review
sobre o game. O RPG foi lançado na última quinta-feira.



Notas:

Games - 6,5
TeamXbox - 6.8
GamePro - 6
Eurogamer - 6

Os contras do game, de acordo com os reviews:

- Massive, multi-party não é fiel as batalhas estratégicas "hardcore", aos
quais os fãs de RPG procuram.
- Nada inovador;
- A mecânica de combate considerada obsoleta;
- Os gráficos foram considerados fracos;
- Perder uma batalha, pode significar, uma grande perda de horas na
jogabilidade, ao qual terão que ser repetidas;


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News - Xbox 360 começa a vender mais do que o PS3 na Europa

Recentemente, a Microsoft anunciou que já atingiu 7 milhões de consoles Xbox 360 vendidos na Europa, dado que tornou os empresários da produtora bastante felizes com os resultados obtidos.

Com isso, para aumentar ainda mais os ânimos da empresa americana, a Microsoft revelou também que o console Xbox 360 já passou seu concorrente PlayStation 3 em diversos países da Europa.

"No Reino Unido, vendemos mais do dobro da quantidade do PS3, depois do corte de preço, em Setembro. Na semana passada, em Itália, vendemos duas vezes mais do que o concorrente direto. Na França e Alemanha alcançamos ou ultrapassamos o PS3, consistentemente. Também dominamos na Rússia e nos países Nórdicos e na Espanha - um país conhecido pela sua tradição Sony" disse Chris Lewis, executivo da Microsoft e responsável pelo entretenimento interativo na Europa, durante uma conversa com o MCV. "Eu chamaria ao nosso sucesso nos países do Mediterrâneo nas últimas semanas, um passo genuíno que veio mudar a nossa posição anterior."

De acordo com Lewis, este grande passo foi atingido devido à intensa campanha de marketing do produto, além de também os cortes nos preços, que atraiu muito os consumidores. Além disso, o executivo ressalta que isto é extremamente bom para a época do Natal. Afinal, o Xbox 360 poderá definitivamente ultrapassar o concorrente da Sony na Europa?


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Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned

News - Expansão para GTA IV

Demorou, mas a Rockstar finalmente revelou os detalhes da expansão de Grand Theft Auto IV para o Xbox 360. O pacote, que sairá exclusivamente para o console da Microsoft em troca de 20 milhões de dólares, será disponibilizado para download no dia 17 de fevereiro, e apresentará uma história centrada em um novo personagem.



O protagonista do original, Niko Bellic, dará lugar ao membro da gangue de Liberty City, The Lost, chamado Johnny Klebitz. "Johnny é um personagem bem diferente de Niko, com uma história bem diferente", diz Dan Houser, VP de desenvolvimento da Rockstar. "Eu posso dizer que a história vai mostrar um lado diferente de Libery City", completa.




A expansão foi batizada de The Lost and Damned, em referência ao nome da gangue de motociclistas do novo protagonista. A Rockstar promete uma jornada longa com o novo personagem, de algumas horas, e com oportunidades para se conhecer mais do cenário de Niko visto no jogo original.




O preço do pacote ainda não foi anunciado, mas é esperado que fique entre 15 e 20 dólares.


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Gears of War 2

Gears of War 2 consegue superar as
barreiras de seu predecessor.
Muitos jogadores de todo o planeta procuram somente diversão em seus jogos, não importando qual gênero ou estilo. Afinal, essa é a proposta principal de todos os videogames: entreter. Muitos games de esporte, luta, ação ou tiro conseguem facilmente prender os jogadores por horas em frente à televisão. Contudo, um título em especial dominou o ano de 2006, pisando na cabeça — literalmente — de qualquer um que atravessasse à sua frente.

Marcus Fenix trouxe muitas novidades aos games. Gears of War é, sem dúvidas, um dos títulos mais intensos e divertidos dos últimos anos. Seus gráficos realmente incríveis apresentaram visuais nunca vistos antes nos videogames e demonstraram boa parte do poder do Xbox 360. Juntamente com a beleza superficial, o jogo também trazia uma intensidade contínua e repleta de muita violência. Vários elementos caracterizaram Gears of War. A Lancer, o famoso rifle equipado com uma moto-serra, o estilo único de correr e também o essencial sistema de cobertura foram fatores decisivos para o sucesso do jogo da EPIC Games.

Inevitavelmente, o título se consolidou como um clássico. Em 2007, usuários de PC também receberam Marcus Fenix e sua tropa em uma versão revigorada de Gears of War, com novos níveis e alguns aprimoramentos técnicos. A jogabilidade sólida da versão para Xbox 360 foi mantida, e, novamente, o sucesso foi garantido. Contudo, mesmo com um multiplayer duradouro, o modo campanha de Gears em geral deixou muitos com um gostinho de quero mais.

Felizmente, Cliff Bleszinski revelou, com muito estilo, a aguardada seqüência do título. Gears of War 2 finalmente deixava de habitar somente os sonhos dos jogadores e começava a se tornar realidade. A promessa inicial era que o jogo seria maior, melhor e mais agressivo. Será que isso é realmente possível?

Se você gostou do primeiro Gears, ficará boquiaberto com as novidades do segundo jogo da franquia. Tudo o que faltava no primeiro jogo foi adicionado em seu herdeiro. Além disso, mesmo com muitas outras novidades, o título garante uma experiência familiar, mas com devidas inovações. Novamente, a diversão é onipresente — assim como sangue, entranhas e muitos tiros. Que comece o sanguinário show.





O conflito finalmente se tornou uma dramática guerra

A campanha de 10 horas reforça as afirmações de Cliff, já que o primeiro jogo tinha cerca de 6 horas de duração. Mas a promessa de um jogo melhor também é cumprida com Gears of War 2. A história recebeu mais ênfase e é possível adquirir diversas notas relacionadas com a trama durante o jogo. A ação é, com toda certeza, ainda mais agressiva. As novas finalizações deixarão os jogadores ensangüentados, enquanto o robusto multiplayer — com quatro novos modos, 10 novos mapas e suporte para até 10 jogadores — garante a longevidade de Gears 2.

Muitos jogadores simplesmente desejarão acabar com a raça Locust assim que colocarem as mãos no título. Mas, para os menos agitados, Gears of War 2 também conta com um belo plano de fundo por trás de toda a guerra. A história do segundo título envolve acontecimentos de seis meses após o fim do primeiro game. Os Locust encontram-se ainda mais poderosos e agora podem submergir cidades inteiras e não apenas pequenos orifícios como acontecia no primeiro Gears.

Sera vive momentos dramáticos.

Os humanos estão à beira da extinção e o desespero toma conta de todo o planeta Sera. Além disso, uma terrível doença causada pela evaporação do Imulsion, líquido dos terrenos habitados por Locusts, está afetando os pulmões de muitos seres humanos, diminuindo ainda mais a esperança de uma vida próspera. Até mesmo Jacinto, uma das cidades mais importantes e aparentemente livre de ataques, sofre com as conseqüências. A única esperança está em suas mãos. Você encarna Marcus Fenix e seu companheiro Dominic Santiago, protagonistas do primeiro jogo, e embarca então em uma luta final contra os Locust.

Mesmo retratando uma intensa guerra pela sobrevivência, Gears of War 2 ainda reserva uma parcela de sua história para demonstrar boa parte do drama vivido pelos personagens. Temas como família, morte e até mesmo amor entram no roteiro do jogo, ampliando a sensação cinematográfica da franquia. É interessante presenciar um pouco do universo íntimo dos personagens, longe de toda a matança, e isso definitivamente torna o título ainda mais atraente — mesmo que a trama apresenta mais perguntas do que respostas. O jogo também introduz dois novos personagens à trama: Dizzy, um ex-Stranded, e Tai, um misterioso soldado coberto por tatuagens. Além disso, vários novos e aterrorizantes Locusts estréiam no jogo.

Isso é o que eu chamo de cobertura

Logo no início, você notará algumas diferenças em relação ao antecessor. Em termos de jogabilidade, Gears 2 é fundamentalmente igual ao original, mas muitos fãs notarão algumas mudanças alucinantes. O sistema de cobertura foi devidamente afiado para que os jogadores se escorem com mais precisão nos objetos, e as armas receberam várias alterações sutis, tornando-as ainda mais violentas.

Finalmente você conta com bons camaradas. Um dos fatores mais interessantes é o novo sistema de restauração. Agora, ao ser nocauteado no modo campanha, sua missão não vai por água abaixo. Em vez disso, seu personagem simplesmente fica rastejando pelo ambiente em busca de alguém para recolocá-lo em ação — assim como acontecia no multiplayer da versão original, mas com a possibilidade de se movimentar enquanto aguarda alguém bem intencionado. Isso ainda permite que o jogador ao menos tente escapar dos inimigos sedentos por pisar em sua cabeça, pressionando rapidamente o botão A para se movimentar com mais velocidade.

Sem dúvidas, esta é uma excelente adição ao título, algo que muitos desejariam. Afinal, já que no primeiro Gears os personagens, na maioria das ocasiões, não morriam, por que tinham de ficar parados enquanto agonizavam? A possibilidade de se movimentar é muito bem-vinda, e, provavelmente, deve ser aceita por todos os jogadores, fãs ou novatos.

Locusts que se cuidem

Mas as novidades não param por aí. Um arsenal repleto de belezinhas pode ser encontrado em Gears 2. Além da popular Lancer e de todas as outras armas encontradas no primeiro título, agora você pode usufruir de uma série de novos rifles, pistolas e muito mais.

Entre elas está o incrível lança chamas (Scorcher Flamethrower), que não possui grande alcance, mas é relativamente eficiente contra grupos de inimigos e criaturas de ataque corpo-a-corpo. O resultado final é um belo churrasco de alienígenas, com direito a gritos e um cheirinho agradável. Ao contrário do que você provavelmente está imaginando, o lança chamas não é uma arma extremamente poderosa. Ela compete frente a frente com as demais, e não fornece nenhuma vantagem absurda para quem a portar este brinquedinho — além de uma refeição, é claro.

As novas armas deixam seus inimigos literalmente deslocados.

Armas mais pesadas, literalmente, também estão disponíveis no universo de Gears 2. Com elas você não será capaz de correr, mas isso não será necessário devido ao grande poder de fogo destas belezinhas. Nesta categoria temos a Mulcher, uma arma de alto calibre capaz de despedaçar seus oponentes, até mesmo dos maiores, e o Mortar, que literalmente faz chover morteiros em seus oponentes. Ambas são incrivelmente atraentes, e podem causar grandes estragos não só nos inimigos, mas também no ambiente. Lembra quando Cliff Bleszinski disse que Gears 2 seria mais agressivo? Pois é.

Pequenas e mortais

Fora os gigantescos rifles, Gears of War 2 também conta com uma nova pistola, mas muito diferente das que já conhecíamos. Trata-se da Gorgon Pistol, uma arma capaz de disparar vários projéteis em rajada. Sem dúvidas, é uma das armas mais poderosas do jogo, capaz de destruir inimigos rapidamente. Mas, seu longo tempo de recarregamento é um dos únicos contras desta pistola, o que obriga o jogador a manter o velho esquema de Gears: esconder-se e atirar.

Caso deseje algo mais explosivo, o novo título também conta com uma granada nada convencional. A Ink Grenade — que na verdade é um Nemecyst bebê — é um explosivo exclusivo dos Locusts. Mas, quando mortos, provavelmente as criaturas não vão ligar se você adquirir uma de suas bombas. O interessante desta granada é que após explodir ela emite uma nuvem de gás nocivo, que é capaz de atordoar momentaneamente qualquer um em sua área.

Que tal um pouco de cobertura portátil? Para se defender, seja de tiros ou granadas, Gears 2 traz um exclusivo escudo Locust, algo realmente interessante. Ao derrotar um dos gigantescos inimigos portadores de escudos, chamados Mauler, você é presenteado com um Boomshield — e também com algumas escoriações. Ao adquirir esse escudo, você pode simplesmente carregá-lo enquanto se movimenta, limitando-se ao uso de apenas pistolas, ou cravá-lo no chão. Caso opte pela segunda opção, você acaba ganhando um novo objeto para utilizar como cobertura e estará livre para utilizar seus rifles e o restante de suas armas. Realmente eficiente, mas cuidado para não ser surpreendido por um Locust.

A boa e velha moto-serra

O arsenal que já existia em Gears of War ficou ainda melhor. Até mesmo o som dos disparos foi revisado, e outros detalhes, como o cano da arma esquentando, complementam o ambiente de Gears 2. Mas nem todas as novidades são cosméticas. A maioria das armas já conhecidas pelos jogadores sofreu alterações significativas em sua jogabilidade, apresentando um novo poder de fogo e outras novidades que devem tornar a guerra ainda mais brutal.

Um dos exemplos mais significantes é a Hammerburst. A conhecida Lancer dos Locusts era odiada por muitos na primeira versão, por não ser tão eficiente quanto sua rival e ainda ausente de uma função automática (metralhadora). Mas, acalmem-se. A equipe da EPIC resolveu retocar o rifle dos lagartões, e o resultado é fenomenal. Agora, a Hammerburst se tornou uma concorrente forte para o rifle de moto-serra dos COGs.

É melhor tomar cuidado com os novos brinquedinhos dos Locusts.

Seu poder de fogo e até o ruído dos disparos são assustadores. A arma é tão potente que você provavelmente vai achar que não está jogando com a mesma, e sem graça, Hammerburst do primeiro jogo. Conseqüentemente, os Locusts se tornaram mais perigosos, mas nada que alguns tiros não resolvam. Desta vez, você certamente ficará em dúvidas sobre qual dos rifles irá carregar consigo, já que a arma do exército inimigo conta ainda com um pequeno zoom que amplia significativamente a precisão — algo inexistente em sua versão original. E mais, o jogador pode atirar mais rapidamente dependendo da velocidade em que pressiona o gatilho, mas isso pode ocasionar um coice maior, exigindo muita prática até o domínio desta maravilha reformulada.

A padronizada Snub Pistol e o revolver Boltok, ambas populares no primeiro jogo da série, contam apenas com pequenas mudanças, nada tão surpreendente quanto a Hammerburst. Já a Gnasher Shotgun, espingarda de Gears, conta com um poder de fogo maior. Além disso, a dispersão de seus projéteis foi diminuída, tornando os disparos mais concentrados. A poderosa Hammer of Dawn ainda conta com seus princípios básicos, necessitando de um local aberto para ser utilizada e de um satélite na ativa. Contudo, agora existe um limite nos disparos, tornando-a mais equilibrada em relação às demais e poupando também boa parte do ambiente.

O que é isso aí na parede?

Mas, nada será preservado graças as granadas de Gears 2. A popular Frag Grenade (granada de fragmentação) ainda pode ser encontrada nos cantos do jogo. Contudo, vários aprimoramentos tornaram-nas ainda mais perigosas que em sua versão original — e também muito mais interessantes. Além do modo convencional, você também pode utilizá-las como uma espécie de mina de aproximação. Para isso, basta pressionar o botão B para grudá-las na parede e aguardar até que um distraído passar por perto. Excelente adição, e na medida certa.

É sempre bom ter um plano B. A não tão querida granada de fumaça do primeiro Gears of War certamente foi recompensada e ganhou novas utilidades além de simplesmente criar uma nuvem no ar. Agora, você pode usá-la para fazer com que os inimigos voem longe com sua explosão. Mesmo sem ser fatal, a granada é extremamente útil para deixar seus oponentes atordoados por algum tempo, permitindo então um tempo a mais para mirar em sua cabeça.

Com o uso freqüente de granadas, o jogador irá presenciar muitos desmembramentos e mortes ensangüentadas. Mas, a brutalidade não se resume a isso, afinal, a promessa é que Gears 2 seria mais agressivo de que predecessor. E isso certamente fica explícito através de uma série de novas finalizações. Muitas já são conhecidas pelos jogadores, pois vários vídeos divulgaram diversos métodos de aniquilação do segundo Gears of War.

Finalizando com muito estilo — e sangue

Basicamente, o jogador conta com quatro opções para finalizar seu oponente quando este estiver caído. A clássica “curb-stomping” ainda é mapeada no botão X, e seu resultado é tão avassalador quanto antes. Fora isso, outra finalização de corpo-a-corpo é acionada com o botão Y e resulta na aplicação de violentos socos diretamente na face dos inimigos. Vai um nariz novo aí?

O destaque fica para as finalizações rápidas do botão B, que podem resultar em uma simples, mas forte, coronhada ou em um inimigo fatiado graças a serra elétrica da Lancer. Uma novidade é que agora o jogo apresenta finalizações diferentes quando o jogador pega seu oponente de costas, algo que não ocorria no primeiro Gears. Caso isso aconteça, o inimigo não irá se virar subitamente para que você possa serrá-lo de frente. Em vez disso, seu personagem introduz carinhosamente a serra nas costas do inimigo e mostra sua mais nova receita de picadinho de carne.

Várias finalizações tornam Gears 2 ainda mais divertido.

Agüente firme, ainda temos mais. Os populares duelos de moto-serra, uma das características mais salientes nos anúncios de Gears 2, são um verdadeiro caos. Não, a jogabilidade não é confusa e muito menos repleta de “bugs”. A referência ao caos deve-se ao modo de como os jogadores têm de fazer para se sobressaírem como vitoriosos. Quando ambos pressionarem o botão B simultaneamente, tudo que os combatentes tem a fazer é insistir freneticamente no mesmo comando para duelar até a morte. Quem for mais rápido, vence.

Abraçando seu inimigo

Mas, nem todo inimigo merece ser finalizado desta forma brutal, afinal existem Locusts bons, certo? Errado. Contudo, se você deseja poupar seus pobres inimigos, pelo menos por algum tempo, você pode optar pelo botão A ao invés de finalizá-los impiedosamente. Com este comando, seu personagem agarra o inimigo e o utiliza como um simples escudo de carne. Ao realizar esta ação, o jogador pode utilizar somente as pistolas e permanece assim até que não sobre mais nada de seu escudo. Caso deseje se livrar de seu oponente enquanto ele estiver “inteiro”, basta despedir-se quebrando o pescoço do inimigo e continuar a jogar normalmente.

Nada como um abraço matinal. As novidades do sistema de combates corpo-a-corpo certamente farão com que muitos jogadores mirem nos joelhos de seus oponentes para que possam derrubá-los e finalizá-los com classe. E isso é bom, pois torna o jogo ainda mais divertido e recompensador. Os duelos com serra é outro fator interessante, que é muito bem-vindo, principalmente nas partidas multiplayer. A serra se tornou tão útil, que em alguns momentos será necessário utilizá-la para romper barreiras e prosseguir seu caminho — as famosas ações de contexto.

A beleza da guerra

Mas as mudanças não estão presentes somente no arsenal, o visual também conta com muitas novidades que deixarão o jogador de queixo caído. Em Gears of War, os gráficos eram incríveis, mas deve-se admitir que a quantidade de cores e ambientes era extremamente limitada. O segundo jogo da série conta com uma apresentação diferente de seu predecessor, repleta de novos ambientes — alguns totalmente inacreditáveis —, novas partes envolvendo veículos e com uma paleta muito mais rica.

Você verá luzes fluorescentes, montanhas cobertas de neve e inimigos capazes de engolir cidades inteiras e, conseqüentemente, servir como plano de fundo. Além disso, os ambientes, que anteriormente não eram gigantescos, agora proporcionam paisagens incríveis, em que se podem visualizar quilômetros de distância. Caso esteja descontente, você ainda pode simplesmente destruir boa parte dos locais.

Graças a uma nova gama de filtros, Gears of War 2 é ainda mais bonito que o primeiro jogo. Mesmo com alguns pequenos serrilhados aqui, e um breve carregamento de texturas ali, o jogo apresenta personagens muito bem polidos e detalhes que tornam o game ainda mais atraente. Destaque para boa parte das texturas, que contam com uma resolução maior que seu antecessor.

Ambientes simplesmente incríveis.

Até mesmo o rastro deixado pelas balas foi aprimorado, o que prova que a Epic realmente cumpre suas promessas. Sem dúvidas o jogo está mais bonito, e a taxa de quadros por segundo praticamente estável contribui para uma experiência bela e sem interferências técnicas.

As animações do jogo também foram significativamente aprimoradas. Você ficará embasbacado ao notar inimigos tentando se proteger de seus disparos, utilizando os próprios braços, e uma série de demais novidades. Ao atirar nos Locusts, por exemplo, é possível perceber claramente a reação das criaturas, que se curvam, inclinam, e fazem de tudo para desviar dos disparos. Existem alguns defeitos, principalmente quando jogando no modo multiplayer, mas nada capaz de denegrir a diversão de Gears 2.

Cérebros evoluídos

Mas não pense que os Locusts se tornaram menos inteligentes. A inteligência artificial é outro atributo que foi significativamente aprimorado. Os inimigos realizam estratégias em grupos, alertando uns aos outros quando em perigo, e abusam do sistema de coberturas. Além disso, é normal notar seus oponentes rolando para os lados e fugindo de suas granadas. As criaturas também demonstram solidariedade e constantemente ajudam seus companheiros nocauteados. Mas, seus companheiros também passaram um bom tempo jogando Brain Training.

Felizmente, todos foram pra aula em Gears 2. Uma das primeiras novidades a serem notadas na inteligência de seus parceiros é a possibilidade de curá-lo quando nocauteado, mesmo no modo campanha. Nada de amigos ignorantes em Gears 2. Caso percebam que você está prestes a morrer, seus companheiros farão de tudo para salvá-lo e colocá-lo de novo em ação — conforme mencionado anteriormente. Além disso, as ações de seus companheiros são mais inteligentes, e você não terá de se preocupar tanto quanto no primeiro Gears.

Falando em inteligência artificial, Gears of War 2 conta com um interessante recurso que é desejado por muitos jogadores. A adição de bots (personagens controlados pelo computador) está disponível em várias modalidades do modo multiplayer. Conforme na campanha, seus companheiros também se demonstram sábios e experientes. Mas isso não será motivo para abandonar seus amigos humanos e esquecer-se da Live.

Diversão em massa

Certamente, o jogo conta com um grande multiplayer. Fora a novidade dos bots, Gears 2 possui diversos novos modos para jogar com a galera e a adição de um incrível e massivo sistema de jogo, o Horde. Esta opção simplesmente fará com que o título da Epic seja jogado por pelo menos mais alguns anos.

O Horde funciona da seguinte maneira: até cinco jogadores encarnam soldados COGs e o objetivo é eliminar os inimigos que atacam em ondas, que gradualmente se tornam mais difíceis. O conceito é simples e a diversão é garantida. É como se misturássemos o modo campanha com o multiplayer do jogo, já que Horde também pode ser contemplado por um só jogador.

Prepare-se para enfrentar muitos inimigos. A modalidade é completamente viciante e estimula os jogadores a desfrutarem mais e mais da matança de Locust. Um dos aspectos interessantes é que enquanto um jogador permanecer vivo até o final de cada rodada, o time todo renasce e o jogo continua, com inimigos progressivamente mais difíceis.

Horde é, ao mesmo tempo, tenso e divertido e, mesmo com sua dificuldade acentuada, é uma ótima opção para jogar com seus amigos, seja com a tela divida ou online. É importante destacar que Gears 2 também valorizou aqueles que não contam com conexão à internet. O jogo disponibiliza cinco missões com suporte de bots para cada modo multiplayer, com exceção do Horde, algo que é realmente interessante e ensina sem a necessidade de um jogador experiente.

Modos para qualquer tipo de sangue

Os modos conhecidos do multiplayer de Gears of War também retornam de maneira triunfal. Até mesmo o Coop para dois jogadores está de volta, e com algumas adições interessantes. Em Gears of War 2 você e seu amigo podem optar por um nível de dificuldade diferente de maneira independente, algo muito útil quando o jogo é jogador por um soldado experiente e outro novato. Infelizmente, não é possível jogar com até 4 jogadores, nem mesmo online.

A competitividade continua intensa e também teve seus modos aprimorados. Você jogar com mais participantes — até 10 —, aproveitar novos mapas e modalidades. Warzone, Execution, Assassination e Annex estão de volta, assim como King of the Hill, que foi introduzida ao jogo na versão para PC. Fora essas, existem três novas opções padrões para multiplayer chamadas Submission, Guardian e Wingman.

Um multiplayer pra lá de divertido.

Basicamente, Submission é uma variação de Capture the Flag, mas muito mais interessante. Em vez de utilizar uma bandeira como item a ser carregado pelo mapa, você terá de capturar um cidadão comum (Stranded) e levá-lo até o local indicado. Para isso, é necessário utilizar a técnica de escudo de carne e cuidar para que seus oponentes não acabem com você e com sua bandeira. O refém também carrega uma arma, e não torna as coisas mais fáceis, atirando e evitando que qualquer um chegue perto. É tão divertido quanto parece, uma grande evolução — cheia de sangue — do tradicional CTF.

Existe também o modo Guardian, no qual dois times contam com respectivos líderes, e o objetivo é mantê-los vivos para que os soldados da equipe continuem a reaparecer. Em Wingman, os jogadores são divididos em duplas, com ênfase no trabalho em equipe e na restauração dos inimigos, mas se desenvolve como um popular deathmatch. Provavelmente você já deve ter visto várias modalidades similares em outros jogos, mas elas se encaixam perfeitamente em Gears 2 e adicionam ainda mais variedade e longevidade para o modo online.

As conseqüências negativas

A absurda vantagem do anfitrião em relação aos demais jogadores no modo multiplayer era algo que incomodava a muitos no primeiro Gears of War. Felizmente, isso foi revisado e agora todos os soldados encontram-se no mesmo patamar, pelo menos tecnicamente. Mas, um fator pode incomodar, e muito, quem já estava acostumado com o multiplayer de do primeiro jogo.

Esperar não é nada legal. O lobby, sala antecedente às partidas, foi totalmente modificado. Mesmo com várias opções que facilitam a vida dos jogadores, Gears of War 2 conta com um sistema de busca de partidas nada agradável. Trata-se do Matchmaking, no qual o próprio jogo procura por jogadores para seu time e também para o time adversário, visando manter o equilíbrio. Contudo, isso pode demorar de 10 a 40 minutos, tornando a experiência realmente frustrante.

A equipe inseriu cerca de 10 novos mapas para multiplayer e ainda um código para o download de cinco níveis revigorados da versão original. É interessante destacar que os novos mapas são inspirados em localizações da campanha, e ainda fornecem um recurso inédito: a interação do ambiente. Para ilustrar exemplos, temos níveis regados por uma perigosa chuva afiada que prejudica os jogadores, e também um mapa em que ocorre uma súbita avalanche.

Maior, melhor e mais agressivo

Gears of War 2 é um jogo espetacular. A seqüência consegue manter tudo o que havia de bom no primeiro jogo e ainda presenteia os jogadores com uma grande quantia de novidades. Seu visual aprimorado torna a experiência ainda mais agradável, sem contar, é claro, com a abundante violência que fará o jogador ficar ensangüentado. Novas armas, finalizações e personagens são apenas alguns dos aspectos que garantem a diversão do jogo.

Tudo embalado por harmonias incríveis a cargo de Steve Jablonsky, grande músico responsável também por trilhas de filmes como Transformers. Além disso, o som de Gears 2 é impecável. O ruído das criaturas inimigas e o som dos tiros acima de sua cabeça com certeza deixará você impressionado. Talvez um pouquinho mais de polimento nos diálogos, que às vezes apresentam-se fora de sincronia.

Quem gostou do primeiro Gears of War notará que a seqüência tem muito em comum. Mas, quem foi mais afundo e se internou com o título de ação da Epic, certamente perceberá que Gears of War 2 está muito melhor, com diversos aprimoramentos que só faziam parte dos sonhos dos jogadores. Resumindo, Gears 2 é maior, melhor e muito mais agressivo. Diversão esmagadora.

Uma galera que sabe como conquistar seus jogadores.

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Sacred 2: Fallen Angel

Batalhas épicas e coleções de espólios também nos consoles.

Sacred 2 Fallen Angel trouxe para os PCs um imenso universo a ser explorado, dúzias de cavernas subterrâneas contendo todo tipo de perigo, além das mais clássicas raças de personagens de RPGs medievais, como orcs, kobolds, homens-lagarto, bruxos e, é claro, demônios. Todos em batalhas sangrentas pelo domínio da T-Energy, uma força primordial mística que anima todas as coisas vivas (e mesmo as não-tão-vivas-assim).


Bem, as versões para PS3 e Xbox 360 trazem exatamente a mesma coisa, com a exceção de que você agora vai poder contar unicamente com os botões do controle para realizar dúzias de ataques e movimentos especiais, o que demandou algumas saídas estratégicas por parte do pessoal da desenvolvedora Ascaron. E, é claro, os donos de consoles também terão a adição de diversos Trophies e Achievments (Troféus e Conquistas, respectivamente).

Saem as teclas, entram os menus

A versão para PC de Sacred 2 tem o seu foco sem dúvida localizado nas batalhas. Nos consoles isso também acontece. A diferença é que, claro, você não terá um amontoado de teclas à disposição. Os comandos todos serão relegados a alguns práticos menus “in-game”.

Utilizando estes, você poderá configurar até 12 diferentes combinações de botões, o que resultará em uma espécie de biblioteca de movimentos. O jogo trará vários menus, cada um contendo um grupo de movimentos. Assim sendo, para acessar um determinado movimento, basta navegar até o grupo ao qual ele pertence (utilizando os botões superiores do controle) e selecioná-lo.

Os ataques do jogo, conhecidos como “Combat Arts”, ainda poderão ser melhorados através de runas coletadas durante o jogo. Também permanece o círculo que arrasta até você todos os itens que estiverem ao redor —que pode inclusive ser personalizado para pegar somente um tipo específico de item, o que pode ser bastante útil para personagens de nível mais elevado (que porventura já tenham dúzias de um determinado item).

Serafins e afins

O Inquisidor. Ou, a personificação do Mal em Ancaria.Sacred 2 traz 6 diferentes classes de personagens, cada qual contendo pontos fortes e fracos, assim como equipamentos, animações e montarias específicas. Todavia, o nível mínimo de níveis necessários para que um personagem chegue ao topo será 200.

Cada classe pode ainda determinar as possibilidades que se tem dentro do jogo. Isso porque em Sacred 2 você não necessariamente precisa ser um clássico herói medieval, defensor de tudo que é bom e justo. O jogo coloca à sua disposição dois caminhos: Luz e Trevas. Basicamente, a coisa acontece da seguinte forma: escolhendo a luz, você pode ter que defender uma cidade de um ataque nefasto. Escolhendo as Trevas, você eventualmente será o perpetrador daquele ataque nefasto. Infelizmente não se pode ficar em cima do muro.

As classes disponíveis são:

  • Serafin: personagens fadados ao caminho do bem, cujo único caminho disponível será o da luz. Trata-se também da única classe remanescente do primeiro Sacred, que era também a guardiã primordial da T-Energy.
  • Shadow Warrior: um guerreiro de elite que retornou ao mundo dos vivos contra a sua vontade após perder a vida em um campo de batalha.
  • High Elf: um clássico estudante de magia com o afã de utilizar os seus conhecimentos acadêmicos através do mundo. Os High Elves são um dos expoentes na guerra pela T-Energy.
  • Dríade: ninfas da floresta (mitologia grega) adeptas do combate à distância, magia natural e voodoo.
  • Temple Guardian: uma mistura entre cyborgue e uma criatura canina. São partidários das artes mecânicas e tecnológicas.
  • Inquisidor: se os Serafins representam a bondade no mundo, os Inquisidores são a personificação do mal sobre a terra. Um Inquisidor só pode trilhar o caminho das sombras.
O inquisidor e a sua singular montaria.

Cada classe também terá a sua montaria própria. Enquanto que um High Elf vai cavalgar um imponente dragão, um inquisidor utilizará uma aranha gigante e uma dríade deve desfilar pelas pradarias em um... lagarto (ótimo para devorar anões). Embora ataques montados sejam em geral bastante efetivos, há um ponto a ser considerado: quando estiver montado, você não poderá desferir combos (seqüências de golpes). O círculo para arrastar itens será particularmente útil quando você estiver montado.

Multiplayer com memória

A versão para consoles de Sacred 2 traz várias possibilidades para se desbravar Ancaria em várias pessoas (tanto para PS3 quanto para Xbox 360). Serão até quatro jogadores no modo online cooperativo e dois utilizando o mesmo console.

Entretanto, um dos pontos de maior destaque é o fato de se poder salvar o status de um personagem após uma campanha. Quer dizer, suponha que você esteja utilizando um personagem na sua campanha “single”. Será possível salvar este personagem a fim de utilizá-lo em uma campanha online, sendo que ele manterá todas as suas características e itens. Além disso, quando retornar para a campanha “single”, todos os recursos/níveis/itens adquiridos na campanha online ainda estarão presentes.

Batalhas épicas e coleção de espólios também nos consoles.

A idéia básica por trás de Sacred 2 é realmente bem simples: promova o Mal ou o Bem (invocando a sua deidade particular) através do místico continente de Ancaria e recolha os espólios pelo caminho. A mesma proposta simplista e divertida deve desembarcar em fevereiro próximo para o PS3 e o Xbox 360. Aguarde novidades aqui no Game House BRASIL.

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